sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Simetria do Universo

Senti um calor me inundar
Tudo em mim se desfez,
Enquanto eu olhava pra ele.

Todas as linhas que me prendiam a minha vida
Foram rompidas em golpes rápidos
Como se alguém cortasse as cordas de um feixe de balões sem gás.

Tudo o que me tornava quem eu era
Desconectou-se de mim
Naquele segundo
E flutuou para o espaço.

Mas não fiquei à deriva
Um novo fio me prendia onde eu estava.
Não um fio, mas milhões deles,
Me prendendo a uma única coisa
Ao próprio centro do Universo.

Podia perceber isso agora
Como tudo girava em torno daquele ponto.
Eu nunca tinha enxergado a simetria do Universo
Mas agora ela era clara.

A gravidade da terra
Não me prendia mais ao lugar em que eu estava,
Agora só ele me mantia ali,
Só ele.

Por Bruna Reis

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Simetria do Universo

Senti um calor me inundar
Tudo em mim se desfez,
Enquanto eu olhava pra ele.

Todas as linhas que me prendiam a minha vida
Foram rompidas em golpes rápidos
Como se alguém cortasse as cordas de um feixe de balões sem gás.

Tudo o que me tornava quem eu era
Desconectou-se de mim
Naquele segundo
E flutuou para o espaço.

Mas não fiquei à deriva
Um novo fio me prendia onde eu estava.
Não um fio, mas milhões deles,
Me prendendo a uma única coisa
Ao próprio centro do Universo.

Podia perceber isso agora
Como tudo girava em torno daquele ponto.
Eu nunca tinha enxergado a simetria do Universo
Mas agora ela era clara.

A gravidade da terra
Não me prendia mais ao lugar em que eu estava,
Agora só ele me mantia ali,
Só ele.

Por Bruna Reis

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